domingo, 2 de outubro de 2011

A restinga de maricá pede Socorro

A natureza exuberante da região atrairia mais e melhores turistas (e clientes para as pousadas e restaurantes) se fosse sentida, por lá, uma total intolerância à destruição e ao emporcalhamento da restinga.
no meio de um paraíso como aquele (ou em qualquer praia), joga sua latinha na areia, ou deixa seu saco plástico ser levado pelo mar? Será que se consideram tão insignificantes que pensam que seu lixo não faz diferença? Sentem-se tão humilhados diariamente que não se "rebaixam" a manter o ambiente limpo, deixando o trabalho para "quem tem obrigação de limpar"?
É preciso que as pessoas entendam que reservas como a APA de Maricá são o pouco meio ambiente que sobrou. É obrigação dos que moram lá zelar por esse patrimônio, para seu próprio bem. A restinga é um tesouro que, se bem preservado, pode gerar desenvolvimento sustentável, ecoturismo e pesquisa para o benefício de todos.
ECOSSISTEMA DA RESTINGA, O SISTEMA LAGUNAR, OS SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS E AS COMUNIDADES PESQUEIRAS DO ENTORNO DA LAGUNA DE MARICÁ ESTÃO AMEAÇADOS DE DEGRADAÇÃO E DE EXTINÇÃO diante da implantação de um mega empreendimento imobiliário e turístico luso-espanhol que compreende prédios de apartamentos, hotéis, campos de golfe, centro comercial, condomínios, marina para 1000 barcos, canal cortando a restinga e dragagem do sistema lacunar.
A ÁREA AMEAÇADA é uma Unidade de Conservação da Natureza estadual do tipo APA - Área de Preservação Ambiental. Compõe, também, o sistema da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica como Área Núcleo, ou seja, que deveria ser preservada integralmente. Mesmo sendo uma área de reserva ambiental, a previsão é que de 45 mil a 100 mil habitantes ocupem este local com a instalação ilegal do empreendimento. O Plano de manejo e o respectivo zoneamento, vigentes desde dezembro de 2007, foram elaborados pelo governo estadual sem a implantação de Conselho Gestor, sendo contrários aos dispositivos expressos nas Constituições Federal e Estadual e outras bases legais e normas ambientais.Caso esta vegetação seja destruída, o solo sofrerá intensa erosão pelo vento, o que ocasionará a formação de dunas móveis, causando riscos para o ambiente costeiro como para a população.

bibliografia:




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